TÉCNICAS

As abordagens utilizadas são as da psicologia e as de autores renomados da arte cênica, como Stanislavski, Brook, Bonfitto, Grotowski, dentre outros.

Psicologia

No contexto da Logoterapia, a cada época temos neuroses que necessitam de psicoterapia específica, quando sofremos por um sentimento de insignificância, conectado a sensação de vazio existencial.

Longe das psicoterapias clássicas, Frankl nos orienta que para a felicidade ou contentamento, estes são derivados de atitudes de abertura para a vida, das respostas que damos às demandas da nossa existência.

“O que caracteriza a neurose obsessiva não é, como no caso da neurose de angústia, uma fuga, mas a luta, a batalha contra as ideias obsessivas (…). O paciente que sofre de uma neurose obsessiva não tem medo do medo em si, mas medo de si próprio” (FRANKL, 2016, p. 31).

Psicoterapia Familiar Sistêmica, da consciência e os movimentos da alma

A consciência nos seduz por meio da sensação de inocência, para que transgridamos os limites estabelecidos e é, por confiarmos nela, que nos leva a tanta infelicidade e sofrimento.

Para Hellinger, dos sentimentos primários, conscientes, vem a força para a ação. Dos sentimentos secundários, a defesa contra uma solução e só existirá este sentimento se houver presença de terceiros.

Se olharmos atentamente para algo, não se conseguirá mais sustentar um sentimento secundário, sobressaindo-se estranhamente um sentimento verdadeiro, opondo-se ao sentimento demonstrado. É importante que saibamos distinguir entre o próprio sentimento e um sentimento assumido.

“O amor dá certo, quando se submete às leis superiores e a uma ordem superior. Todas as tragédias ocorrem naquele ponto em que alguém acha que, com seu amor, pode burlar essas leis e ordens e torná-las nulas. Também as tragédias em família se baseiam nessa presunção (…). Por isso, reconheceremos as leis superiores somente quando conseguirmos escapar da influência da consciência até o ponto em que sejamos levados por um movimento da alma (…)” (HELLINGER, 2012, p. 85).

Gestalt-terapia

Temos uma postura diante da vida, um contato com o mundo, com o outro na sua singularidade. Esse contato está apoiado na vivência, no aqui e agora, buscando fluidez, disponibilidade num processo contínuo onde homem e mundo se transformam.

“Nós” não existe, mas é composto de Eu e Tu. É uma fronteira sempre móvel onde duas pessoas se encontram. E quando há encontro, então eu me transformo e você também se transforma” (PERLS, F., 1977).

Raquel Hahn - Doctoralia.com.br
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